A Criação Animal Orgânica é aquela que integrada à produção vegetal, visa reciclagem de nutrientes e uma maior independência de insumos vindos de fora da propriedade. O manejo dos rebanhos deve respeitar os princípios do comportamento animal, adequando as necessidades de espaço, alimentação e o conforto de cada espécie, visando a sanidade e a produção de alimentos de maior valor nutritivo, isentos de resíduos químicos prejudiciais à saúde humana.
Quais são os seus objetivos?
1) Produção de alimentos mais saudáveis e equilibrados.
2) Animais mais saudáveis e equilibrados.
3) Tornar o produtor menos dependente da aquisição de alimentos externos da propriedade.
Como resolvemos o problema da sanidade?
A doença é conseqüência do desequilíbrio tanto alimentar como de manejo, por isso não devemos dar ênfase à descrição de doenças ou tratamentos, pois o objetivo principal é focalizar a atenção na prevenção. Devemos lembrar que o método orgânico já é por si um método preventivo às doenças, mas na ocorrência dessas deve ser tratadas por um técnico responsável e utilizar sempre que possível terapias não convencionais (homeopatia, fitoterapia e outras).
O que consiste na produção do boi verde?
Segundo os seus idealizadores, produzir o boi verde, consiste na produção natural ou ecológica, aproveitando as condições da propriedade. Ele alimenta-se exclusivamente de capins, seja pastagens ou outros, dispensando o uso de rações e grãos de fora. A diferença deste com o boi orgânico, é que ele não possui selo de uma entidade certificadora.
O que consiste a produção do leite orgânico?
A produção orgânica de leite segue, basicamente, dois princípios: a alimentação das vacas deve ser produzida, majoritariamente, sem agrotóxicos (é permitido incluir apenas de 15% a 30% de produtos não orgânicos na composição de rações) e a medicação dos animais tem que ser natural. Quanto a alimentação deve-se aproveitar tudo que é produzido na propriedade, de forma ecológica ou orgânica.
Quais são as condições para obter o mel orgânico?
Para apiários, o mesmo deve estar localizado em uma área ou região que não esteja cercada por culturas potencialmente contaminadas (ex.: tomate, batata, laranja, soja, algodão e outras culturas que utilizem agrotóxicos intensivamente). O mel somente deverá receber o se for produzido numa distância considerada segura, no mínimo num raio médio de 2,0 km de áreas com potencial de contaminação.
1.1. Panorama atual da produção animal
A produção animal sofreu grandes transformações nas últimas décadas, seguindo a tendência de se realizar criações em confinamento com o objetivo de reduzir custos e tornar possível um mesmo homem manejar um número bem maior de animais. Junto com este sistema de produção, houve uma redução da necessidade de mão-de-obra, agravando o êxodo rural. Como vários autores demonstraram, entre os quais ZANELLA, 1995 e BOENCKE, 1985, a natural falta de adaptação dos animais a estes novos sistemas e a sua inadequação às expressões comportamentais mais corriqueiras provocam estresses a estes animais.
O animal constantemente estressado adoece com facilidade. Também o inadequado manejo das suas excreções, além dos prejuízos ao meio ambiente, é causa do aumento das doenças dos animais confinados. O conseqüente aumento do uso de medicamentos e agrotóxicos ensejou o aumento da produção animal, e a sua maior oferta no mercado, contribuiu para o seu uso de forma quase universal, isto é, também nos sistemas semi-intensivos e extensivos. Todo problema de saúde dos animais passou a ser tratado de uma única forma, com medicamentos e agrotóxicos. Desta forma, trata-se os sintomas sem eliminar as causas das doenças, que no caso dos animais na grande maioria dos casos, podem ser devido aos sistemas de produção.
Assim, como conseqüência natural, aumentaram os níveis de resíduos de medicamentos, agrotóxicos, antibióticos e hormônios nos alimentos e no meio ambiente, com destaque especial para a água, por ser esta uma forma adicional de contaminação do homem e dos animais. A situação atingiu tal magnitude que TRAPË (1995) conclui que a população em geral, ao consumir alimentos provenientes de produções tratadas com os diferentes biocidas, está exposta à ingestão diária de resíduos por praticamente toda a vida. Estes estão associados a várias doenças, sendo que no caso daqueles que trabalham diretamente na produção, o perigo é maior. No caso da produção animal, por exemplo, certos tipos de câncer dos que trabalham com bovinocultura são associados aos agrotóxicos utilizados (CLAVEL et al., 1995). E no trabalho com aves, câncer no final da infância e início da idade adulta, em filhos dos produtores, está associado aos agrotóxicos utilizados nesta produção (KRISTENSEN et al. 1996).
Os graves danos ao meio ambiente e à saúde do homem causados pelo uso, hoje corriqueiro, destes insumos agropecuários, já está suficiente comprovado de forma científica. Eles aumentam os custos da saúde pública com o tratamento das doenças que provocam, os quais a população não quer mais pagar, conforme estudo de PIMENTEL et al. 1992. Além de reduzir as margens de lucro dos produtores devido ao aumento da resistência dos parasitas pelo uso indiscriminado dos antibióticos e agrotóxicos.
1.2. As principais causas das doenças dos animais
Na produção animal sustentável precisamos ter em vista, em primeiro lugar, as causas dos males que atingem nossos animais, pois não se trata aqui apenas de renunciar aos tratamentos convencionais substituindo-os por tratamentos alternativos. Por isso precisamos conhecer bem as causas das principais doenças e os principais parasitas, para que possamos fazer tudo para prevenir o seu aparecimento. Se houver sucesso na prevenção, a maior parte dos problemas de saúde dos animais será evitado e os tratamentos serão raros. Enquanto os tratamentos não são raros, é possível melhorar.
Todo sistema que impede, ainda que parcialmente, as manifestações comportamentais da espécie, seja um bovino, um suíno, ou qualquer outros, provocam-lhes estresses favorecendo o seu adoecimento. É o caso dos semi-confinamentos, quando os animais são mantidos nesta condição uma parte do dia, especialmente em ambientes fechados e com a presença das suas excreções ou a evaporação destas. Mesmo em ambientes abertos e mais amplos, quando o piso é de concreto, a situação não é muito diferente do que nos confinamentos totais. Toda espécie tem a necessidade e a sua maneira particular de se movimentar, uma forma de deitar e levantar, horários preferidos de beber água, de se alimentar ou de vagabundear, entre outras maneiras de se comportar, e quando qualquer uma destas está sendo tolhida, um estresse está sendo provocado. A constância deste acabará por provocar doença.
Para os animais pastadores, mesmo nas criações ao ar livre o sistema de produção pode ser causa de ataques a sua saúde. É o caso do sistema extensivo em que os animais permanecem vários dias e mesmo semanas numa mesma parcela ou área de pasto. Desta forma eles são constantemente reinfestados com parasitas, com destaque para os vermes gastrointestinais e os carrapatos, porque estes tem sempre o seu hospedeiro presente. A ausência do animal hospedeiro por certo período reduz a população destes parasitas a níveis tão baixos que tratamentos curativos são raros ou mesmo desnecessários, o que está relacionado ao sistema de produção.
O uso de agrotóxicos e medicamentos é também causa das doenças dos animais, o que parece ser uma contradição, mas não é. Basta lembrar o que vivemos hoje em relação à resistência dos parasitas, em especial com relação aos antibióticos. Os agrotóxicos e medicamentos aplicados nos animais são excretados junto com seus excrementos. No caso dos bovinos, micro e macrorganismos associados à bosta são assim eliminados, uns tem atuação contra os vermes gastrointestinais, outros que são coprófagos e eliminariam a bosta rapidamente (os populares rola- ou vira-bosta), com isso evitaria a reprodução da mosca do chifre. A permanência do esterco é a causa da doença causada pela mosca do chifre. Fungos e bactérias que combatem os vermes gastrointestinais poderiam ser usados numa tecnologia de processo que os fizessem reduz a níveis abaixo do nível de dano.
Atualmente nas criações consideradas modernas, os animais são exigidos a realizar performances extremamente altas, como 10.000 Kg leite/lactação para vacas ou 1 Kg de ganho diário de peso para suínos na engorda. A partir de um certo limite de produção em cada espécie, começam a ocorrer, distúrbios metabólicos e reprodutivos, piora na qualidade da carne, aumento dos problemas de infecções de úbere além da vida produtiva dos animais ser encurtada. Quando os limites fisiológicos da cada espécie é ultrapassado, os animais pagam um custo em saúde por isso.
Para o recém-nascido a falta da ingestão do colostro, o primeiro leite materno, logo nas primeiras horas após o parto pode significar a morte ou a doença. Quanto mais cedo o colostro for ingerido, mais saudável será o neonato; quanto mais demorar para ser ingerido, mais doente será o neonato nos primeiros meses de vida. As primeiras seis horas após o parto são de fundamental importância neste sentido, assim como, quanto mais velha a vaca maior é o conteúdo de anticorpos no seu colostro (Lambrecht et al. 1982, citado por BOENCKE, 1985).
Discutimos as principais causas das doenças dos animais para tornar claro que o seu conhecimento é a chave para a sua eliminação e, em conseqüência, para que as doenças não ocorram. Naturalmente, ainda assim elas podem vir a ocorrer, mas serão em número reduzido e mais facilmente controláveis. Através dos conhecimento dos processos que geram estas causas, podem ser desenvolvidas tecnologias de processo, aquelas que interferem no processo evitando que os danos ocorram. Muitas já são conhecidas e serão discutidas a seguir.
1.3. A visão holística e a sua contribuição para o controle de doenças e outros parasitas na produção animal sustentável
Na produção vegetal sustentável já está bem estabelecida e é comum a consideração do todo, isto é, além da produção comercial eficiente, a manutenção e manejo saudável, integrado, dos demais componentes da paisagem regional. Quando isto é bem executado, proporciona um equilíbrio ecológico que previne o aparecimento de pragas e contribui para o controle de doenças. Da mesma forma na produção animal a visão holística tem uma importância fundamental no desenvolvimento dos sistemas de produção que evitam o aparecimento de doenças, de ecto e endoparasitas. Assim, ao se considerar o todo, percebe-se o que causa estresse aos animais, o que favorece ou não os parasitas e qual é o ciclo de vida destes.
Aqui é o conhecimento dos processos envolvidos que nos darão as condições de melhorar o sistema de produção ou desenvolver um, que favoreça o bem estar dos animais e impeça ou ao menos dificulte as condições de reprodução das doenças. Serão utilizadas, então, tecnologias de processo, através das quais um processo pode ser fomentado ou impedido, seja para oferecer a melhor alimentação ao rebanho propiciando o máximo crescimento dos pastos ou seja, para evitar os males aos quais os animais que criamos são susceptíveis. Para isso é necessário melhorar as condições do ambiente no qual estão sendo criados os animais, para que eles desenvolvam a sua melhor qualidade.
Exemplificaremos a consideração do todo originando tecnologias de processo e construindo sistemas de produção para a criação de diferentes espécies animais ao ar livre, como uma forma de demonstrar a utilidade prática das tecnologias de processo. A mesma visão pode ser utilizada para outras situações ou para o desenvolvimento de outros sistemas de produção. Como sistema básico utilizaremos o conhecido como Pastoreio Voisin (P.V.), por ser este um sistema que incorpora a visão do todo e é utilizado na criação de várias espécies animais. Existem criações comerciais de bovinos, bubalinos, ovinos e suínos.
O P.V. (VOISIN, 1957) preconiza a divisão da área disponível para pastagens em um grande número de piquetes ou parcelas, as quais deverão ser ocupadas pelos animais por um tempo curto e ter um repouso por um tempo longo. O tempo de repouso visa dar ao pasto as melhores condições de crescimento e aumentar ao máximo a sua produção, pois na ausência do animal pastador, o processo natural de produção de biomassa, a fotossíntese, pode produzir o máximo que as condições locais permitam.
Para aumentar a fotossíntese é importante a área foliar da pastagem, a qual é a cada dia de repouso, maior e quanto maior é esta, maior a produção de fotossíntese. Os animais tem acesso sempre a uma parcela de pasto fresco no ponto ideal ou próximo a este para o seu consumo, e como esta deve ser consumida rapidamente um número grande de animais entram no piquete a cada vez. Quando estes saem, deixam no piquete uma grande quantidade de dejeções, as quais, como se sabe, contém a maior parte dos nutrientes do pasto. Deste, os animais aproveitam basicamente a matéria orgânica.
Ao estarem permanentemente ao ar livre, em primeiro lugar, os animais não sofrem o estresse comportamental, pois podem expressar-se livremente, e também não sofrem as infecções típicas dos ambientes fechados e/ou que aglutinam um número grande de animais em um espaço pequeno. Infecções das vias respiratórias, diarréias e mastites, entre outras, não podem prosperar desta maneira, se os demais procedimentos higiênicos recomendados forem seguidos. Sem estresse e sem a presença dos parasitas que lhe fazem mal no ambiente em que vive, o animal permanece saudável. Quanto mais tempo permanecer saudável e quanto melhor for a saúde do animal, maior será a sua resistência às doenças e parasitas.
Mas mesmo ao ar livre, doenças e parasitas podem atacar os animais. E precisamente aqui, a visão do todo é de fundamental importância para a saúde animal. Tomemos por exemplo, os excrementos que toda espécie animal produz. Um bovino esterca, em média, 12 vezes por dia, e na sua bosta a mosca do chifre e os vermes gastrointestinais tem necessariamente uma fase do seu ciclo de vida. Por outro lado, na natureza existem os insetos coprófagos, isto é, que se alimentam de excrementos. Apenas a subfamília Scarabainae, da Ordem Coleóptera, a dos besouros, tem a vasta maioria das espécies coprófagas e para cada espécie animal, seja doméstico ou selvagem, existe pelo menos uma espécie coprófaga. No caso dos bovinos são várias, além de existirem outros insetos e outros organismos que atuam na bosta. Mas estes besouros não têm estrutura bucais capazes de cortar material duro, por isso atuam na bosta fresca (HALFFTER & MATHEWS, 1966).
Se puderem viver normalmente num ambiente rico em bosta bovina, a sua população também será grande e fará desaparecer rapidamente a bosta recém excretada, interrompendo o ciclo de vida da mosca do chifre e dos vermes gastrointestinais, que assim vão gradualmente desaparecendo. Porém são extremamente sensíveis aos agrotóxicos e medicamentos, morrendo ou afastando-se quando estes são utilizados. O P.V. permite o manejo dos animais em lotes diferentes e em setores diferentes, de modo que num uso eventual de algo prejudicial à fauna benéfica sempre é possível que o prejuízo para esta seja mínimo. O uso continuado e corriqueiro de agrotóxicos e medicamentos e o pastoreio contínuo, impedem totalmente a atuação da fauna benéfica, com prejuízos à população e aumentando os custos desta para o produtor.
O ciclo de vida completo dos vermes gastrointestinais tem uma fase no meio ambiente, no caso o pasto, e observando esta, determinaram que as larvas que infestam os bovinos tem uma drástica redução da sua população (em até mais de 90%) se o bovino estiver ausente por 4 semanas, e quase total em 8 semanas de ausência, concordando com outros autores. Com tecnologia de produto, neste caso um vermífugo, um resultado como este seria considerado excelente.
Utilizando o P.V., que estabelece o repouso cientificamente controlado das parcelas de pasto, comprovaram os resultados de colegas seus que citam (DESCARGA et al., 1993), onde através deste manejo, mesmo terneiros europeus desmamados, a categoria mais susceptível, mantém-se o ano todo com infestações pequenas, abaixo do nível no qual se recomenda o tratamento. A tecnologia utilizada é de processo, oriunda de uma visão global, isto é, que inclui o parasita, o hospedeiro e o meio ambiente, e o resultado é o melhor possível em termos do próprio ambiente, da economia do produtor e do consumidor.
O mesmo procedimento reduz a níveis mínimos também os carrapatos. Ao eclodirem dos ovos colocados na pastagem pela fêmea (teleógina), e não encontrando o bovino pois estes já estão em outra parcela, as larvas do carrapato ficam à mercê dos seus inimigos naturais e do próprio ambiente, o qual lhe será desfavorável se for muito seco, muito chuvoso ou muito frio, reduzindo a sua população em qualquer um desses casos. Mas são os seus inimigos naturais os seus maiores inimigos. Entre estes, VERÍSSIMO (1995) cita sapos, aves (anú, gaviões-pomba e cará-cará, galinhas d'Angola, garças vaqueiras, chimango, perdiz, quero-quero e o pássaro "vira-bosta"), além de insetos, aranhas, bactérias e fungos. A atuação de todos estes, depende de propiciarmos à eles um ambiente que lhes seja favorável, o que exclui os agrotóxicos e os medicamentos.
A mosca do berne coloca seus ovos sobre outros insetos sobre os quais eclodem as larvas que passam para o bovino quando estes pousam sobre o mesmo. Controlar estes, portanto, constitui uma maneira de reduzir o ataque de bernes. Os principais transmissores das larvinhas da mosca do berne para os bovinos são as moscas, notadamente a mosca doméstica. Esta, para completar o seu ciclo reprodutivo precisa também da bosta ou outro material orgânico em decomposição, onde ocorre as suas fases de larva e de pupa. Nos sistemas de produção ao ar livre, como no P.V., a presença de esterco nas instalações e próximo a estas é drasticamente reduzido. Se o pouco esterco que ainda cai aí, assim como outras formas de matéria orgânica em decomposição forem corretamente eliminadas, a conseqüência é a redução do ataque de bernes. A compostagem destes restos orgânicos é uma forma correta de manejá-los, pois neste não há a presença de moscas, seja pela temperatura aí desenvolvida na fase inicial pela presença de organismos antagonistas nas fases seguintes.
Naturalmente, como as moscas podem desenvolver o seu ciclo em qualquer tipo de matéria orgânica em decomposição, a sua eliminação não é um processo simples. Mas quando se trabalha com visão do todo, as diversas tecnologias de processo bem conduzidas vão gradualmente propiciando um desenvolvimento saudável. Deste todo, mesmo com os parasitas presentes, estes não atingem o nível de dano no qual se recomenda o tratamento. Neste caso deve-se usar os tratamentos brandos, que pouco ou nenhum dano façam nos animais e no ambiente, como os indicados neste livro. O conhecimento já é reconhecido hoje como o principal valor do futuro. Na produção agropecuária sustentável ele sempre o foi, e com o seu reconhecimento ele pode agora significar o reencontro feliz e produtivo dos profissionais que trabalham nesta área com os agricultores, em benefício também dos consumidores, isto é, de todos.
Neste capítulo procuramos mostrar que a produção animal sustentável não é apenas a substituição de produtos químicos sintéticos por outros naturais e brandos, mas também o desenvolvimento de uma nova visão na produção animal. Uma visão holística, que considere o todo e com base neste conhecimento desenvolva novas tecnologias de processo para uma produção saudável e com custos menores. Os exemplos reais apresentados tem a função para facilitar a compreensão de como se desenvolvem os sistemas de produção sustentáveis. Não é intenção aqui repassar outro pacote tecnológico pronto para aplicação, mas contribuir para o desenvolvimento de uma nova forma de produção, que garanta um futuro saudável para nós e a nossa descendência, o que inclui um meio ambiente ecologicamente equilibrado e agricultores economicamente bem situados.
*Marco A. Hoffmann Trabalho apresentado no Encontro do "Terra Viva", projeto de Cooperação Técnica entre a GTZ (Deutsche Gesellschaft für Technische Zusammenarbeit) e a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, através da CATI e Instituto Biológico- Estância Demétria em Botucatú, estado de São Paulo, com a participação de profissionais de toda parte do Brasil/1998- Helcio de Abreu Júnior -Engº Agrº MSc. - Coordenador.Sítio T
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